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NONADA

tem imagens que vem como coisas. caem do céu. perfuram todos
os lados
eram d'outro jeito imaginados. doma das imagens nada
somadas
donada numa mônada de calor. queimam o atrás dos olhos.
vem ver doer
(vem ver doer. vem verde, sem o velho, sem dever. sem ver. só o doer do verso indevido. o reverso e o tantas vezes reavesso. não reveza o agora com o fim, fica um pouco, e traz do começo só o sim)

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Jogo amarelado

Nenhum outro lugar que não seja essa cidade média

à parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo

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Azul