NONADA



tem imagens que vem
como
coisas. caem do céu.
perfuram todos

os lados

eram d'outro jeito
imaginados.
doma
das
imagens nada

somadas

donada
numa mônada
de calor.
queimam
o atrás dos olhos.

vem ver doer

(vem ver doer. vem verde, sem o velho, sem dever. sem ver. só o doer do verso indevido. o reverso e o tantas vezes reavesso. não reveza o agora com o fim, fica um pouco, e traz do começo só o sim)

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